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Bert Hellinger, upload feito originalmente por loresui.
Bert Hellinger, é um teólogo, filósofo e psicoterapeuta alemão, criador de uma nova abordagem de psicoterapia sistêmica.
Os desenvolvimentos de seu trabalho tem amplas implicações para o âmbito da psicoterapia, aconselhamento de casais, pedagogia, consultoria de empresas, dramaturgia, política e solução de conflitos sociais.
Descobriu, no processo de seu trabalho, que a consciência não é o juiz do certo e do errado, mas está ligada a certas ordens pré-definidas, as quais batizou de “ordens do amor” ou “ordens de origem”.
O desenvolvimento posterior de seu trabalho levou-o a descobertas sobre a natureza do vínculo e da ordem dentro dos grupos humanos e de como o amor cego e as necessidades de vínculo, ordem e compensação podem estar subjacentes às tragédias familiares, notadamente ao suicídio, acidentes e doenças graves.
Descobriu que, além dos sentimentos primários (reação imediata aos acontecimentos) e secundários (sentimentos que substituem os primários), existem os “sentimentos adotados”: sentimentos que se assumem de outras pessoas e são dirigidos a terceiros.
Outra descoberta, foi o “movimento interrompido”: interrupção do desejo de uma pessoa de buscar ou ir em direção aos pais.
Criou uma dinâmica psicoterapêutica denominada de constelações familiares, que, mais tarde, ampliou sua abrangência, no chamado “movimentos da alma”. Sua abordagem busca a clareza sobre os laços de amor que unem a família, descortinando soluções inusitadas e simples para os problemas e conflitos psíquicos dos pacientes.
Nos anos recentes, descreveu, ainda, padrões importantes relativos à efetividade da relação de ajuda, chamados de “ordens da ajuda” e, ainda, sobre a postura básica fundamental do profissional que ajuda, dentro do contexto de seu trabalho.
Tudo que sentimos falta ou que parece que estão nos tirando, por exemplo: dinheiro, força, energia, vida, amor, liberdade, autonomia, etc… Pode simplesmente ser algo que não sabemos doar.
Pois a vida é uma fonte inesgotável de tudo, é abundante, só precisamos estar conectados com ela.
Porém, se não doarmos é impossível receber mais. Verifiquemos então se nossos ¨canos¨ de recepção e doação não estão entupidos.
Só há uma maneira de desentupirmos, liberando, doando, deixando sair …
Se estamos sentindo falta de ¨algo¨, verifiquemos o quanto desse ¨algo¨ estamos doando!
Normalmente vivemos nos perguntando ou reclamando : O que a vida está me dando?
A pergunta que pode trazer abundância é outra: O que estamos dispostos a oferecer à VIDA?

